FERRAMENTAS ARTIFICIAIS E APRENDIZAGENS HUMANAS: PRÁTICAS COM IA GENERATIVA NO ENSINO DE INGLÊS NO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO
DOI:
https://doi.org/10.34630/pel.v9i1.7208Palavras-chave:
inteligência artificial generativa, 1.º ciclo do ensino básico, ensino de inglêsResumo
A exploração da Inteligência Artificial Generativa (IAG) como recurso transformador para o ensino de inglês no 1.º Ciclo do Ensino Básico (1.º CEB) exige ao professor do século XXI uma literacia (auto)crítica suportada em práticas personalizadas e compreensivas, onde as aprendizagens são entendidas como um processo e não apenas como uma finalidade técnica e automatizada.
O nosso estudo surge, portanto, como um estudo de reflexão de natureza qualitativa e fundamentado numa experiência de intervenção formativa com recurso à IAG, direcionada a docentes de inglês no 1.º CEB em Portugal. Como objetivo principal pretendeu-se analisar criticamente a narrativa docente perante a implementação da IAG no ensino e aprendizagem de inglês com crianças, de modo a contribuir para a resolução de problemas e práticas inovadoras nessa área.
A recolha de dados englobou notas de campo e registo de interações dos participantes, os quais foram interpretados qualitativamente através de análise reflexiva. Os resultados apontam essencialmente para preocupações perante o papel da IAG na promoção de aprendizagens ilusórias desprovidas de pensamento crítico, criatividade e de competências-chave para o uso da língua inglesa em contextos reais. Não obstante, afirma-se a contribuição da IAG no apoio a processos de caráter mais burocrático e na ampliação de aprendizagens mais humanas quando aplicada sob uma pedagogia crítica.
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