Wayfinding inclusivo em escolas e museus: Mapas táteis, fabricação digital e formação docente
DOI:
https://doi.org/10.34630/sensos-e.v13i2.6452Palavras-chave:
Formação docente, Currículo, Acessibilidade, Wayfinding, InclusãoResumo
A acessibilidade espacial é crucial para a inclusão educativa e cultural, constituindo não apenas uma questão técnica, mas também pedagógica e curricular. A autonomia na orientação em escolas e museus é condição para a participação plena de pessoas cegas e/ou com baixa visão, enquanto representa uma oportunidade de aprendizagem para a comunidade escolar.
No presente artigo analisa-se o desenvolvimento de mapas táteis através de tecnologias de fabricação digital tendo sido concebidos dois protótipos de mapas táteis, posteriormente avaliados por pessoas cegas e/ou com baixa visão, com o objetivo de analisar a sua legibilidade tátil e o seu potencial como recurso de orientação espacial. A metodologia utilizada articula o diagnóstico participativo com utilizadores, o design centrado na hierarquia informativa e os processos de produção e validação.
A abordagem participativa assegura que os mapas respondem a necessidades concretas, promovendo práticas pedagógicas colaborativas e reflexivas. Os fablabs surgem, neste processo, como espaços privilegiados para a experimentação pedagógica e para a articulação entre saber técnico e prática docente, permitindo a construção de recursos educativos inclusivos.
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