Wayfinding inclusivo em escolas e museus: Mapas táteis, fabricação digital e formação docente

Autores

  • Francisco Mesquita Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico do Porto, Porto, Portugal https://orcid.org/0009-0000-0403-7167
  • Filipe T. Moreira inED − Centro de Investigação e Inovação em Educação, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico do Porto, Porto, Portugal https://orcid.org/0000-0002-3461-9827

DOI:

https://doi.org/10.34630/sensos-e.v13i2.6452

Palavras-chave:

Formação docente, Currículo, Acessibilidade, Wayfinding, Inclusão

Resumo

A acessibilidade espacial é crucial para a inclusão educativa e cultural, constituindo não apenas uma questão técnica, mas também pedagógica e curricular. A autonomia na orientação em escolas e museus é condição para a participação plena de pessoas cegas e/ou com baixa visão, enquanto representa uma oportunidade de aprendizagem para a comunidade escolar.

No presente artigo analisa-se o desenvolvimento de mapas táteis através de tecnologias de fabricação digital tendo sido concebidos dois protótipos de mapas táteis, posteriormente avaliados por pessoas cegas e/ou com baixa visão, com o objetivo de analisar a sua legibilidade tátil e o seu potencial como recurso de orientação espacial. A metodologia utilizada articula o diagnóstico participativo com utilizadores, o design centrado na hierarquia informativa e os processos de produção e validação.

A abordagem participativa assegura que os mapas respondem a necessidades concretas, promovendo práticas pedagógicas colaborativas e reflexivas. Os fablabs surgem, neste processo, como espaços privilegiados para a experimentação pedagógica e para a articulação entre saber técnico e prática docente, permitindo a construção de recursos educativos inclusivos.

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Publicado

2026-06-04

Como Citar

Mesquita, F., & Moreira, F. T. (2026). Wayfinding inclusivo em escolas e museus: Mapas táteis, fabricação digital e formação docente. Sensos-e, 13(2), 106–116. https://doi.org/10.34630/sensos-e.v13i2.6452