Limites do Feminismo Tradicional e a Necessidade de Interseccionalidade

Autores

DOI:

https://doi.org/10.34630/tth.v6i1.7314

Palavras-chave:

Feminismo, Interseccionalidade, White Feminism, Bell Hooks, Paulina Chiziane, Desigualdade

Resumo

Ao longo dos séculos, a história foi marcada pela desigualdade de género e de raça, tendo o feminismo desempenhado um papel de alicerce fundamental na luta pela justiça social. Contudo, nem todas as mulheres se sentem representadas de forma equitativa no movimento. O presente artigo propõe-se a analisar criticamente os limites do feminismo tradicional, em particular do denominado

White Feminism

, cuja narrativa tende a centrar-se nas vivências de mulheres brancas, ocidentais e de matriz cultural cristã. A partir de uma leitura crítica de

All About Love: New Visions

, de Bell Hooks, e

Niketche: Uma História de Poligamia

, de Paulina Chiziane, bem como de testemunhos de mulheres que não se sentem representadas pelo movimento, discute-se de que modo fatores como a cultura, a religião e o contexto socioeconómico moldam distintas formas de opressão e resistência. Defende-se a necessidade de uma abordagem interseccional que reconheça a multiplicidade de experiências femininas e contribua para um feminismo mais inclusivo, representativo e transformador.

Referências

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Publicado

27-07-2026

Como Citar

Silva , A. (2026). Limites do Feminismo Tradicional e a Necessidade de Interseccionalidade . The Trends Hub, Revista De Tendências Em Comunicação E Ciências Empresariais, 6(1). https://doi.org/10.34630/tth.v6i1.7314

Edição

Secção

Artigos