Farmácias age-friendly: o que falta fazer?
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Keywords

barreiras
facilitadores
farmácia comunitária
adultos mais velhos

How to Cite

Pedro, R., Resende , R., Reis , A., Mateos-Campos , R., & Cruz , A. (2026). Farmácias age-friendly: o que falta fazer?. Proceedings of Research and Practice in Allied and Environmental Health, 4(3), 18. https://doi.org/10.26537/prpaeh.v4i3.7169

Abstract

Enquadramento: O envelhecimento da população mundial é, simultaneamente, um triunfo muito significativo e um grande desafio [1]. É, por isso, crucial, adaptar os sistemas de saúde à população mais velha. As farmácias comunitárias, enquanto acesso priveligiado a cuidados de saúde, devem ser consideradas na adaptação e renovação dos espaços [2–4]. Objetivo: Este estudo visa identificar barreiras e facilitadores que possam influenciar o atendimento e aconselhamento de adultos mais velhos, em farmácias comunitárias. Métodos: Foram realizados 4 focus groups com 18 profissionais de farmácia com pelo menos três anos de experiência profissional em farmácia comunitária e que estivessem atualmente no exercício. As reuniões foram realizadas via Zoom. Foram também realizados 6 focus groups com 51 adultos mais velhos (65 ou mais anos), autónomos e frequentadores assíduos da farmácia comunitária. As reuniões foram presenciais. O áudio foi gravado, as entrevistas foram transcritas na íntegra e os dados foram geridos com recurso ao NVivo® (versão 15). Resultados: Os resultados foram organizados em 4 categorias – barreiras centradas na sociedade, nos profissionais de farmácia, nos adultos mais velhos e no espaço físico. A mesma categorização foi usada para os facilitadores. A maioria das barreiras e dos facilitadores foram comuns às duas populações em análise. Conclusões: O facto de a maioria das barreiras e dos facilitadores terem sido referidos por ambas as populações demonstra um claro alinhamento naquilo que influencia o atendimento de parte a parte, tornando urgente a definição de estratégias que possam ser implementadas pelos responsáveis das farmácias comunitárias. Este estudo indicia a urgência do envolvimento das farmácias comunitárias em iniciativas age-friendly, de forma a criar ambientes seguros para a população mais velha, uma das mais assíduas das farmácias comunitárias.

https://doi.org/10.26537/prpaeh.v4i3.7169
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References

WHO. Active ageing: a policy framework [Internet]. 2002 [citado 30 de julho de 2025]. Disponível em: https://iris.who.int/handle/10665/67215

2. WHO. The legal and regulatory framework for community pharmacies in the WHO European Region [Internet]. World Health Organization. Regional Office for Europe; 2019 [citado 12 de julho de 2024]. Relatório No. Disponível em: https://iris.who.int/handle/10665/326394

3. Portaria n.o 1429/2007 de 2 de novembro [Internet]. Diário da República, 1.a série — N.o 211 — 2 de Novembro de 2007. 2007. Disponível em: https://diariodarepublica.pt/dr/legislacao-consolidada/portaria/2007-115010275

4. Portaria n.o 97/2018 de 9 de abril [Internet]. Diário da República, 1.a série — N.o 69 — 9 de abril de 2018. 2018. Disponível em: https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/portaria/97-2018-115006162

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