A realidade do estatuto trabalhador-estudante em Portugal

Autores

DOI:

https://doi.org/10.34630/tth.v6i1.7339

Palavras-chave:

Trabalhador-estudante, Ensino superior, Saúde mental, Bem-estar, Desempenho académico, Conciliação

Resumo

O estatuto de trabalhador-estudante tem vindo a assumir uma crescente relevância em Portugal, traduzindo uma realidade socioeconómica que exige atenção académica e institucional. Este artigo defende que, embora a conciliação entre trabalho e estudo represente uma oportunidade de desenvolvimento pessoal e profissional, as condições estruturais em que essa mesma conciliação ocorre são frequentemente insustentáveis, impondo custos significativos ao nível do bem-estar, do desempenho académico e da vida social dos estudantes. Através de uma reflexão aprofundada sobre os principais desafios que este fenómeno coloca, nomeadamente a gestão do tempo, o bem-estar psicológico e o papel das instituições de ensino e das empresas. Defende-se que reconhecer verdadeiramente este estatuto implica ir além da proteção legal e criar, na prática, condições que permitam um equilíbrio real e duradouro. Sem esta transformação conjunta, o estatuto de trabalhador-estudante continuará a ser, para muitos, não uma escolha, mas uma necessidade suportada à custa da saúde e da qualidade de vida.

 

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Publicado

27-07-2026

Como Citar

Firmino Pires, J. (2026). A realidade do estatuto trabalhador-estudante em Portugal. The Trends Hub, Revista De Tendências Em Comunicação E Ciências Empresariais, 6(1). https://doi.org/10.34630/tth.v6i1.7339

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Artigos