Governança de conhecimento periférico como resistência epistêmica
DOI:
https://doi.org/10.34630/xiedicic.vi.6571Palavras-chave:
Resistência epistêmica, Governança do conhecimento, Dicionário de Favelas Marielle Franco, EpistemicídioResumo
Este trabalho analisa o Dicionário de Favelas Marielle Franco como uma iniciativa de resistência epistêmica e construção de governança do conhecimento periférico. A partir de uma perspectiva decolonial, discute-se como a plataforma digital, baseada em software livre e colaboração aberta, contesta o epistemicídio promovido pela colonialidade do saber e do poder. O Dicionário atua como uma infraestrutura sociotécnica insurgente, valorizando saberes produzidos em favelas e periferias, promovendo autonomia técnica e justiça cognitiva. A pesquisa adota abordagem exploratória e descritiva, destacando o papel do projeto como tecnologia social comprometida com a pluralidade epistêmica e a democratização do conhecimento.
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