Review of Business and Legal Sciences / Revista de Ciências Empresariais e Jurídicas http://parc.ipp.pt/index.php/rebules <p>The<em>&nbsp;Revista de Ciências Empresariais e Jurídicas</em>&nbsp;/&nbsp;<em>Review of Business and Legal Sciences</em>&nbsp;was founded in 2004 and is&nbsp;part of the&nbsp;<em>Centro de Estudos Organizacionais e Sociais&nbsp; do Politécnico do Porto</em>&nbsp;/&nbsp;<em>Centre for Organisational and Social Studies of P.Porto,&nbsp;</em>CEOS.PP, albeit autonomous.<br> The journal is geared towards the Polytechnic Higher Education, specifically the scientific areas pertaining to the degrees taught at&nbsp;<em>Instituto de Contabilidade e Administração do Porto /&nbsp;Porto Accounting and Business School</em>, ISCAP.<br> Published biannually, the Journal is focused mainly on the areas of Law, Taxation, Management, Accounting and Economics. However, it also welcomes contributions from other areas of knowledge, in an interdisciplinary and multidisciplinary perspective.<br> Through its Editorial Board composed by national and international recognized experts from the mentioned areas, the journal is guided strict by quality criteria.</p> Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto, ISCAP en-US Review of Business and Legal Sciences / Revista de Ciências Empresariais e Jurídicas 1646-1029 Technical Information http://parc.ipp.pt/index.php/rebules/article/view/2294 ##submission.copyrightStatement## 2017-08-01 2017-08-01 28 Cognitive Load Theory http://parc.ipp.pt/index.php/rebules/article/view/1024 <p>The objective of this paper is to investigate if academics and students share similar&nbsp;cognitive structures in relation to the True and Fair View (TFV) concept, a complex accounting&nbsp;principle, which has no official definition and is open to interpretation and professional&nbsp;judgement. A survey method was used to obtain data for this study. The survey allows us to&nbsp;explore academics and students cognitive structures in order to discover differences and the&nbsp;reasons for the variances if any.<br>Our results show that academics and students do not share similar cognitive structures in&nbsp;three areas of interest:&nbsp;i) compliance with accounting rules and the fulfilment of True and Fair&nbsp;View,&nbsp;ii) the need to provide a written definition of True and Fair View, and&nbsp;iii) the interpretation&nbsp;of True and Fair View.&nbsp;The evidence can be interpreted due to the fact that academics and&nbsp;students tend to use different cognitive schemes in problem solving at least in complex&nbsp;concepts such as TFV. The evidence is supported by the cognitive load theory (CLT).<br>We believe that useful financial information can be improved by understanding these&nbsp;differences and by subsequently implementing criteria in order to reduce the gap between&nbsp;academics and students in the area of information comprehension and presentation with the&nbsp;use of schemes, improvement in educational material and other assistance in the application&nbsp;and interpretation of written standards.</p> Anne M. Garvey José Antonio Gonzalo-Angulo Laura Parte ##submission.copyrightStatement## 2017-07-26 2017-07-26 28 5 28 10.26537/rebules.v0i28.1024 Are Routines "Really" an Organizational Concept? http://parc.ipp.pt/index.php/rebules/article/view/1031 <p>Since the publication of Burns and Scapens’ (2000) work which draws on the&nbsp;concepts of rules and routines (see also Scapens, 1994), many management accounting&nbsp;scholars have followed their lead. Rules and routines have been adopted, adapted and clarified&nbsp;in many management accounting studies since then – see for example, Oliveira and Quinn&nbsp;(2015); ter Bogt and Scapens, 2014; Quinn, 2014; Quinn and Jackson 2014, Bertz and Quinn,&nbsp;2014; Quinn, 2011; Lukka, 2007; Ribeiro and Scapens, 2006; Spraakman, 2006; Hassan, 2005;&nbsp;Siti-Nabiha and Scapens, 2005; Dillard et al., 2004; Soin et al., 2002). This paper focuses on&nbsp;routines in particular, and how the term is potentially in need of some refined understanding&nbsp;in its application to studies of management accounting.<br>In essence this paper is a monograph of a personal “routine inspired” research journey of&nbsp;the past decade. During this time, not only have management accounting researchers&nbsp;adopted routines as a conceptual tool to help empirically interpret change and stability, but&nbsp;our understanding of routines has been greatly assisted by organizational scholars (see&nbsp;for example, Pentland, 2011). While studies such as those noted above are well researched&nbsp;pieces of work and have advanced management accounting knowledge considerably, I have&nbsp;always been “bugged” by the notion of routines as an organizational concept. Early works by,&nbsp;for example Stene (1940) and March and Simon (1958) are quite clear in defining routines as<br>an organization-level concept. The organizational literature similarly refers to “organizational&nbsp;routines”; institutional literature mentions routines as a component of institutions (which are&nbsp;often equated to organizations); and, structuration literature, while placing less emphasis on&nbsp;routines, associates its concepts with larger entities such as organizations and networks. Thus, perhaps “by default”, when we theorise on routines we associate the concept with&nbsp;organizations, and associate the similar concept of habit with individuals.&nbsp;<br>Utilising a definition of routines put forward by Pentland (2011), this paper explores the&nbsp;notion that, potentially in management accounting, we can use the strong and well-grounded&nbsp;literature on organizational routines to study accounting practices that are not necessarily&nbsp;“organizational”. In particular, certain accounting concepts and technological developments&nbsp;are highlighted as factors which may allow us to apply routines in what extant theory might&nbsp;regard as “non-organizational” situations. It is argued that the extension of routines-based&nbsp;research to such situations opens up many opportunities for researchers in, for example, small&nbsp;businesses. Such businesses are often the source of many innovative commercial ideas, but&nbsp;sadly are frequently side-lined to “sector-specific” journals. And, as larger organizations were&nbsp;at one time small, we may also gain valuable insights into these too.</p> Martin Quinn ##submission.copyrightStatement## 2017-07-26 2017-07-26 28 29 45 10.26537/rebules.v0i28.1031 Reformas no sistema Nacional de Saúde Britânico http://parc.ipp.pt/index.php/rebules/article/view/1028 <p>Este estudo visa analisar as reformas ocorridas no Sistema Nacional de Saúde (SNS)&nbsp;do Reino Unido de forma a responder às seguintes questões de investigação: (i) Como evoluiu&nbsp;o SNS Britânico ao longo das duas últimas décadas?; e (ii) Quais os sistemas de financiamento&nbsp;adotados para reembolsar os serviços prestados pelos hospitais públicos e qual o papel da&nbsp;‘Performance Measurement and Management’ (PMM) nas reformas ocorridas neste país?. De&nbsp;forma a responder a estas questões, uma abordagem qualitativa foi adotada, metodologicamente.&nbsp;Tal possibilitou aos investigadores a recolha e análise de evidência detalhada e contextualizada&nbsp;referente ao fenómeno em estudo. A investigação mostrou que as reformas ocorridas no SNS&nbsp;Britânico têm sido similares às reformas ocorridas noutros países, nomeadamente a separação&nbsp;da entidade financiadora da de prestadora de cuidados de saúde e a introdução de mecanismos&nbsp;de contratualização baseados em sistemas de financiamento prospetivos e em ‘Diagnosis-Related Groups (DRGs)’. O estudo possibilitou, ainda, concluir que o PMM assume desde 1999&nbsp;um papel de relevo no SNS do Reino Unido, tendo possibilitado a criação de uma cultura efetiva&nbsp;de responsabilização e de avaliação de desempenho dos profissionais de saúde daquele país.</p> Maria Sena de Sousa Maria João Major Elsa Cardoso Ricardo Gonçalves Rita Bento ##submission.copyrightStatement## 2017-07-26 2017-07-26 28 47 71 10.26537/rebules.v0i28.1028 Prestações Acessórias, Prestações Suplementares e Suprimentos http://parc.ipp.pt/index.php/rebules/article/view/1030 <div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column">Neste estudo propomo-nos proceder a uma abordagem jurídico-societária e jurídico-fiscal das figuras das prestações acessórias suplementares e suprimentos, enquanto instrumentos de financiamento das sociedades comerciais.<br>O financiamento das sociedades comerciais pelos sócios constitui a finalidade das prestações suplementares e dos suprimentos.&nbsp;<br>Também as prestações acessórias poderão servir o objectivo de financiamento da sociedade.<br>Com efeito, as obrigações acessórias poderão ser de natureza pecuniária, nomeadamente assumindo a veste de obrigações de empréstimo do sócio à sociedade quer sob a forma de mútuos, quer sob a forma de suprimentos.<br>Discutível é a possibilidade de as prestações acessórias de empréstimo se apresentarem como financiamentos do sócio à sociedade sujeitos ao regime jurídico das prestações suplementares, em particular em matéria de reembolso. A este expediente é reconhecida grande utilidade nas sociedades anónimas como forma de ultrapassar a falta de previsão de financiamento através do recurso a prestações suplementares.<br>Esta questão representa o núcleo central de análise na parte jurídico-societária deste artigo. Para compreensão do problema, torna-se necessário conhecer cada uma destas figuras. Analisaremos, neste sentido, os respectivos conceitos, finalidades específicas e os seus reflexos no regime jurídico de cada uma. É esta a abordagem societária da questão.<br>&nbsp;</div> </div> </div> Helena Salazar Margarida Azevedo Nuno Alonso Paixão ##submission.copyrightStatement## 2017-07-26 2017-07-26 28 73 95 10.26537/rebules.v0i28.1030 A Determinação das Competências Tributárias entre os Estados http://parc.ipp.pt/index.php/rebules/article/view/1032 <p>De acordo com o critério da residência, a tributação do rendimento&nbsp;deverá ser levada a cabo independentemente do local da fonte de tal&nbsp;rendimento. Assim, um dado sujeito passivo será tributado no Estado&nbsp;no qual seja considerado como fiscalmente residente, por todos os&nbsp;rendimentos que aufira, independentemente de obter a totalidade ou&nbsp;parte de tais rendimentos nesse território. A residência apresenta-se&nbsp;como uma ligação de natureza “socioeconómica” a um Estado, "(...)&nbsp;que implica a presença física, permanente ou temporária, a disponibilidade&nbsp;de uma habitação ou a existência de certo tipo de conexão&nbsp;económica, como o exercício de determinadas funções".</p> Patrícia Anjos Azevedo ##submission.copyrightStatement## 2017-07-26 2017-07-26 28 97 145 10.26537/rebules.v0i28.1032 "Novas" Questões sobre a (In) Constitucionalidade do Prazo Único de Prescrição das Contraordenações Laborais http://parc.ipp.pt/index.php/rebules/article/view/1023 <p>O Tribunal Constitucional tem sido chamado, repetidamente,&nbsp;a apreciar a constitucionalidade da norma do artigo 52.º da Lei&nbsp;n.º 107/2009, de 14 de setembro, que estabelece um prazo único de&nbsp;cinco anos para a prescrição do procedimento por contraordenação&nbsp;laboral (ou de segurança social), independentemente da gravidade da&nbsp;infração, do grau de culpa do infrator, da sua capacidade económica&nbsp;ou da moldura aplicável.<br>Numa jurisprudência uniforme e constante, sufragada pelo Ministério&nbsp;Público nos vários recursos por este apresentados sobre a temática,&nbsp;o Tribunal Constitucional tem considerado que o prazo único de cinco&nbsp;previsto naquela norma está em conformidade com a ampla liberdade&nbsp;atribuída ao legislador ordinário no que respeita, designadamente, à&nbsp;extinção da responsabilidade contraordenacional por prescrição.<br>Tal entendimento não está, no entanto, isento de dúvidas.<br>O presente trabalho não pretende esgotar o tema, amplamente&nbsp;debatido entre a jurisprudência e a doutrina. Os nossos propósitos&nbsp;são modestos. Queremos fomentar o debate e, quem sabe, contribuir,&nbsp;ainda que indiretamente, para um revisão do regime geral e dos regimes&nbsp;especiais do direito contraordenacional, e particular do regime&nbsp;das contraordenações laborais.</p> José M. Gonçalves Machado ##submission.copyrightStatement## 2017-07-26 2017-07-26 28 147 166 10.26537/rebules.v0i28.1023 A Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP) http://parc.ipp.pt/index.php/rebules/article/view/1026 <p>The main objective of this article is to review the proposals in negotiation under&nbsp;the TTIP looking both at the arguments that favour the agreement, and to the criticism made&nbsp;by its detractors. To this end, there will be a brief contextualization within the framework of&nbsp;the Atlantic relations of the last decades, and an overview of the subjects under negotiation.&nbsp;Then, a view with some detail, to specific aspects of TTIP for its potential relevance. This is the&nbsp;case of transatlantic cooperation on regulation and recourse to arbitration for international&nbsp;investors. There will be also some reflections on the expected impact on European and US&nbsp;economy. Finally, there will be a brief scrutiny of the strength of geopolitical arguments that&nbsp;favour TTIP, and the obstacles to the future negotiations and the conclusion of the agreement.</p> José Pedro Teixeira Fernandes ##submission.copyrightStatement## 2017-07-26 2017-07-26 28 167 191 10.26537/rebules.v0i28.1026 A Autonomização Integrada das Três Áreas do Direito Financeiro http://parc.ipp.pt/index.php/rebules/article/view/1027 <p>Configuramos o DF como sendo constituído por três áreas de&nbsp;relevo: o DB, o DSFP e, por fim, o DVM.<br>Ora, estando ligados intrinsecamente tanto a nível material, como&nbsp;a nível formal e também a nível funcional, parece-nos acertado referir&nbsp;que o legislador não acautelou esta ligação inequívoca com a amplitude&nbsp;que se desejaria.<br>O DF devia ter, portanto, as suas três áreas autonomizadas, como&nbsp;é o caso na realidade atual, mas de uma forma mais integrada, sem&nbsp;descartar a possibilidade da existência de regulação e supervisão&nbsp;conjuntas, mas acima de tudo, sem ignorar o facto de estas serem&nbsp;áreas de atividade com uma conexão evidente e inevitável.<br>Esta interligação das áreas do DF é clara, tendo em conta que a&nbsp;Banca, para além da atividade creditícia clássica, atua no MS, bem&nbsp;como no MVM; as seguradoras contraem crédito e celebram inúmeras&nbsp;operações bancárias, como por exemplo depósito e operações de capitalização,&nbsp;e elas próprias atuam no MVM; por fim, vários intervenientes&nbsp;do MVM, como é o exemplo dos OIC, sofrem, não só uma grande&nbsp;influência, como são absolutamente dependentes de entidades bancárias&nbsp;que, obrigatoriamente, fazem parte destas estruturas de investimento,&nbsp;a título de depositárias e de financiadoras.<br>Pretendemos, também, aferir em que pé é que se encontra a realidade&nbsp;jurídica da autonomização, se é viável e em que medida é desejável&nbsp;uma maior integração desta trilogia do DF, atentando, com maior&nbsp;cuidado às matérias de DB.<br>Na realidade, a dispersão deste tema traz-nos, à partida, alguns&nbsp;desafios. Qual é a melhor forma de responder a uma pergunta intrinsecamente&nbsp;ligada à conciliação de várias realidades, autonomizadas&nbsp;e conectadas entre si, que fazem parte de um sistema autónomo que,&nbsp;por sua vez, apresenta ligações com outras áreas, suas pares?<br>Trata-se de uma área de estudo que inevitavelmente toca no&nbsp;Direito Público e na sua ramificação do Direito Administrativo e, no&nbsp;âmbito do Direito Privado, nas ramificações do Direito Civil e do Direito&nbsp;Comercial. Também se colocam questões de Direito Penal, que não&nbsp;serão abordadas.<br>Face à compreensível multidisciplinaridade do tema, e à necessária&nbsp;adequação à dimensão do tipo de trabalho que ensejamos nesta&nbsp;sede, os nossos objetivos primordiais serão analisar as linhas de base&nbsp;de cada área do DF (as suas particularidades tanto a nível normativo,&nbsp;como institucional e operacional), e emitir opiniões e sugestões sempre&nbsp;que o desenvolvimento das ideias assim o exija, para que, no fim,&nbsp;nos seja possível traçar algumas conclusões.<br>Demonstrada, a título introdutório, esta interligação, que nos&nbsp;parece inquestionável, desenvolveremos o tema em apreço.</p> Luís Maria Silva Santos Cantista ##submission.copyrightStatement## 2017-07-26 2017-07-26 28 193 243 10.26537/rebules.v0i28.1027 Alienação de Bens Pelas Fundações http://parc.ipp.pt/index.php/rebules/article/view/1029 <div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column">A propósito do tema “invalidades” proposto para os seminários de Direito Privado do terceiro ciclo em Direito, orientados pelo Professor Doutor Carlos Ferreira de Almeida, surgiu a ideia de analisar o artigo 11.o da Lei-Quadro das Fundações e a invalidade aí prevista.<br>Esta norma prevê a nulidade como consequência jurídica para a alienação de bens com especial signi cado para o desempenho dos ns de uma dada fundação, atribuídos pelo fundador e especi cados no ato de instituição, não precedida da respetiva autorização ministerial.<br>A previsão normativa de cariz excecional e a consequência jurídica atípica desviaram a investigação para o estudo do artigo 160 o do Código Civil, da capacidade das pessoas colectivas e limitações impostas a essa mesma capacidade.&nbsp;<br>A opção por esta análise da natureza jurídica da previsão normativa auxiliou a responder a algumas questões práticas que se podem colocar ao aplicador e ao intérprete do artigo 11 o da Lei-Quadro das Fundações, aquando a sua leitura.<br>Pelo que, com este trabalho pretendo apresentar um estudo teórico de uma invalidade, a nulidade prevista no referido artigo 11º da Lei-Quadro das Fundações, sem a descontextualizar ou perder de vista a aplicação prática do preceito e a sua implicação no quotidiano das Fundações públicas e privadas com estatuto de utilidade pública.</div> </div> </div> Paula Sofia Argaínha Fonseca Henriques ##submission.copyrightStatement## 2017-07-26 2017-07-26 28 244 289 10.26537/rebules.v0i28.1029 Revisitação do Ensino da Contabilidade no Século XIX em Portugal http://parc.ipp.pt/index.php/rebules/article/view/1025 <p>O presente artigo pretende dar a conhecer os acontecimentos mais relevantes&nbsp;do século XIX relativamente ao ensino da contabilidade. A pesquisa faz uso do método&nbsp;bibliográfico como método de eleição para a recolha de dados, privilegiando o recurso a&nbsp;fontes secundárias de informação, em particular livros, monografias e artigos de periódicos&nbsp;nacionais e internacionais. O texto expõe os principais traços caraterísticos da Aula do&nbsp;Comércio de Lisboa (fundada ainda na centúria de Setecentos), da Aula do Comércio do Porto,&nbsp;do curso de Comércio da Academia Politécnica do Porto, da Escola de Comércio de Lisboa e&nbsp;dos Institutos Industriais e Comerciais de Lisboa e do Porto. Também foi estudado um marco importante da disciplina: a entrada da contabilidade no ensino superior em Portugal.&nbsp;</p> Cecília Duarte Ana Teresa Lopes Miguel Gonçalves ##submission.copyrightStatement## 2017-07-26 2017-07-26 28 291 307 10.26537/rebules.v0i28.1025