Eficiência Energética na Iluminação Pública

Estudo de Casos Práticos

  • João M. L. Magalhães Instituto Superior de Engenharia do Porto
  • Luis F. C. Castanheira Instituto Superior de Engenharia do Porto
  • Roque Filipe Mesquita Brandão Instituto Superior de Engenharia do Porto

Abstract

O consumo de energia está na origem de 80% das emissões de gases com efeito de estufa na União Europeia (UE). Consequentemente, reduzir as emissões de gases com efeito de estufa implica um menor consumo de energia e uma maior utilização de energia limpa. É nesta ótica que surge a denominada “Estratégia 20-20-20 para 2020” cujo objetivo é reduzir 20% do consumo de energia, reduzir 20% das emissões de GEE (Gases com Efeito de Estufa) e que 20% da energia consumida seja de fonte renovável.
Por outro lado, a Estratégia Nacional para a Energia 2020 (ENE 2020), estabelecida na Resolução do Conselho de Ministros n.º 29/2010, de 15 de Abril, enquadra as linhas de rumo para a competitividade, o crescimento e a independência energética do país, através da aposta nas energias renováveis e na promoção integrada da eficiência energética, garantindo a segurança de abastecimento e a sustentabilidade económica e ambiental do modelo energético.
Em desenvolvimento do Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE) e da ENE 2020, o Programa de Eficiência Energética na Administração Pública — ECO.AP (Resolução do Conselho de Ministros n.º 2/2011, de 12 de Janeiro), visa obter até 2020, nos serviços públicos e nos organismos da Administração Pública, um nível de eficiência energética na ordem dos 20% em face dos atuais valores.
Nestes objetivos enquadra-se também a utilização racional de energia e a eficiência energético-ambiental em equipamentos de iluminação pública (IP) [1].

Author Biographies

João M. L. Magalhães, Instituto Superior de Engenharia do Porto

Mestre em Energias Sustentáveis e Licenciado em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores, pelo
InstitutoSuperior de Engenharia do Porto.
Desde novembro de 2011 presta serviços na área da Gestão de Contratos e Consumos de Energia e
de Eficiência Energética.

Luis F. C. Castanheira, Instituto Superior de Engenharia do Porto

Licenciado e Mestre em Engenharia Eletrotécnica. Docente do Departamento de Engenharia Eletrotécnica do Instituto Superior de Engenharia do Porto.

Roque Filipe Mesquita Brandão, Instituto Superior de Engenharia do Porto

Doutor em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores, na Área Científica de Sistemas Elétricos de Energia, pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Professor Adjunto no Instituto Superior de Engenharia do Porto, departamento de Engenharia Eletrotécnica. Consultor técnico de alguns organismos públicos na área da eletrotecnia.

Published
2014-06:-12